Sim, quem disse que beber cerveja não pode ser engajado?
Depois de um sábado de ativismos, junto às movimentações mundiais dos indignad@s também ocorridas em POA (#15OPoa #15O #globalchange), nada mais justo que abrir uma boa ceva.
A escolhida da noite foi uma Red Stripe, a cerveja mais tradicional da Jamaica. Sim, da Jamaica! Não só de…, enfim, outras coisas que vivem os jamaicanos.
Claro que ao falar em Jamaica, lembra-se automaticamente de Bob Marley, grande ícone caribenho. Ao pensar em movivmentos sociais, indignad@s mundiais não há como não lembrar da música “Get Up, Stand Up”. Segundo, Marley:
“Nem tudo que brilha é ouro Só metade da historia foi contada E então agora que você enxergou a luz, eh! Lute pelos seus direitos. Vamos lá!”
Lutar por direito a ceva gelada, talvez, mas aqui na casa nos somamos a luta ecológica, feminista, socialista, por internet livre, banda larga, democratização dos meios de comunicação, etc e tal.
Mas e a Red Stripe? Quase me esqueço de comentar da ceva. Primeiro a garrafinha dela é um amor. Rechonchuda até me lembrou aqueles vidros âmbar do mundo ca química (ou da garrafa da Coruja mesmo). A cerveja é do tipo Pale Lager, dourada, refrescante, suave e de sabor adocicado. Esse não é o nosso tipo favorito, mas a jamaicana caiu no nosso gosto. Bebemos bem gelada! Pena que só tinhámos uma. Bom, agora pra escrever, fui buscar informações da mesma. Nos comentários sobre a Red, poucos elogios, mas fica aqui a nossa dica dessa cerveja que caiu no nosso gosto. Ranking 7,5.
E pra encerrar o papo jamaicano, descobri hoje essa combinação de reggae, musica indiana e rock. O Superheavy é nada mais que um grupo formado por Mick Jagger, Joss Stone, Damian Marley, Dave Stewart (ex-Eurythmics) e A. R. Rahman (compositor indiano responsável pela trilha sonora pop-indiana do filme de Danny Boyle, ‘Quem quer ser um milionário’ – ‘Slumdog milionaire’ em inglês).
Obs: comprei a ceva em POA no supermercado Zaffari la nas bandas da Cristóvão Colombo. Um colega me comentou sobre uma tal ceva jamaicana e resolvi conhecê-la. No mais, busquei informações e encontrei aqui:
Já que hoje é o dia mundial do meio ambiente, nada melhor que procurar por cervejas ecologicamente corretas, orgânicas. Pelo mundão da internet da internet encontrei essa ai ao lado. A ceva Honey Dew é importada do Reino Unido. Seria o transporte dela oriundo de combustíveis renováveis? Certamente não, ponto a menos pra tal orgânica, heheh.
Mas também lembrei que há tempos atrás bebemos uma orgânica da Eisenbahn. Pelo menos ta mais pertinho, no entanto já a empresa já foi comprada por uma das grandes empresas de cervejas do Brasil. De qualquer forma, olhe o post Organicamente saborosa para saber mais.
Será de fato possível produzir cerveja ecologicamente correta?
Colorado Appia by http://www.flickr.com/photos/feanor-photos/4422738589/
O outono já chegou com tudo no Pampa gaúcho. Chegou chegando, lembrando que logo vem o inverno: umidade, frio, chuvas, vento minuano… Pra dias assim, nada melhor que um melzinho e se gripar então…
Sendo assim, já estamos nos preparando e para isso nada melhor que uma boa cerveja Colorado Appia
Pra quem não sabe a Colorado Appia, é uma cerveja tipo Weiss, tem em sua composição (além da formula básica de água do aquífero Guarany, cevada, trigo maltado, lúpulo e fermento ingleses)e Mel de Laranjeira. Então além de ser de trigo, o que por si só já é uma delícia, ainda por cima tem mel! E não é qualquer mel, mas sim uma mistura equilibrada de méis de abelhas africanizadas e européias, hehheh
Bom, pra quem não gosta de mel, não precisa se preocupar, pois o sabor é levemente adocicado, refrescante, liberando um aroma cativante. Além disso, segundo os fabricantes, a Colorado Appia não é filtrada, por isso tem aspecto opaco, e apresenta 4,5% de teor alcoólico? Ué, mas na embalagem da cerveja indica o teor alcoólico de 5,5%…vai saber…
Uma dica, é que a Appia revela todas suas qualidades quando degustada bem gelada com uma fatia de limão ou laranja presa à borda do copo. Mel + Limão, nada melhor para curtir uma gripe!
Também achei, procurando imagens da cerveja (dessa vez só estava afim de bebê-la, nada de fotografá-la) que “devido as suas qualidades nutritivas é também a cerveja preferida entre atletas e praticantes de esporte extenuantes”…
Enfim, não é a toa que é a mais consumida entre as fabricadas pela Cervejaria Colorado.
Como estamos trabalhando na feira, infelizmente ainda não conseguimos degustar tais delícias, mas ontem não resistimos e encaramos uma Schimitt no Parangolé.
Fotógrafo: Eduardo Aigner/MDA
Cervejas artesanais têm alto consumo pelo público na Feira
Um ensolarado sábado e o aumento da temperatura foram convidativos para uma cerveja na beira do Guaíba. O dia perfeito incrementou as vendas, que já ultrapassam os 1,2 mil litros em três dias de feira. As cervejas artesanais são comercializadas por cinco empresas gaúchas.
E, como em todo o Brasil Rural Contemporâneo, a diversidade também é atração. Uma das cervejarias, de Alvorada, inovou e trouxe 150 litros de chopp de kiwi. “Quem degusta sempre volta para comprar. Especialmente as mulheres, porque é uma cerveja mais adocicada”, conta o vendedor Valdemar Rodrigues.
As cervejarias ficam próximas ao Tablado de Raiz, onde o público pode conferir grandes shows culturais de grupos populares.
Fonte: MDA
Vai uma cachacinha de banana? Quem visitar a Feira Nacional da Agricultura Familiar e da Reforma Agrário – Brasil Rural Contemporâneo, no Cais do Porto, em Porto Alegre (RS) poderá degustar a aguardente produzida a partir da infusão da banana passa. O empreendimento Muza Brasil comercializa a banana há alguns anos.
Produzida na cidade de Luis Alves (SC), a cachaça tem o mesmo teor alcoólico da convencional, porém, ao colocar a bebida no copo já é possível sentir o aroma marcante de banana, também presente ao tomar o primeiro gole. Segundo a agricultora Daiane Lazarris, a produção da bebida é herança passada de pai para filho.
Os visitantes da feira poderão degustar, ainda, outros produtos a base de banana como geléias, bombons e banana passa. O preço das garrafas de cachaça variam entre R$ 10,00 e R$ 20,00 reais.
O Brasil Rural Contemporâneo termina no próximo domingo, aberto de 10h às 22h. Entrada franca
Uma boa dica de música que mistura o ritmo latino e catalão, é a banda Catalunha Dusminguet.
Postrof, Postrof, Vafalungo, go
Sense fe i amb cara bruta
no fem cas a la cordura
haix-haix, rabadà haix-haix
sense moda ni etiqueta
embriagant-nos com el poeta
del que més ens plau
només això ens cal
No anivercyca, uma das atrações líquidas, foi a presença de um Barril de Chopp Heineken! Depois de 10horas na geladeira + 2horas no freezer, bebemoramos com Heineken! Estava ótimo, mas poderia ter ficado ainda mais gelado. Apelamos para um balde de alumínio com gelo. Os 5 litros deixaram saudades, eheh. Fotos do barrilzito AQUI
Il faut alors, que tandis que certains dorment (É então que, enquanto alguns dormem )
D’autres veillent (Outros assegurar)
C’est la triste réalité (Esta é a triste realidade )
Mais… dansons ensemble (Mas … dançam juntos )
A letra é de Jorge Luis Borges, excelente escritor argentino, e a música é de Vitor Ramil. A bela milonga De Manuel Flores está Délibáb, novo disco desse pelotense…Nova pedida músical da casa…
Olho na alba minhas mãos
Olha nas mãos as veias
Com estranheza as contemplo
Como se fossem alheias
Esse blogue é uma reunião de amigas(o) que, como nada entende de bebidas, bebem, bebem e ficam falando a toa por aqui.
Participantes.
*Cíntia Barenho, 27 outonos, já bebeu muita porcaria nessa vida, mas de uns tempos prá cá tudo mudou. Gosta de degustar um bom vinho, porém agora que descobriu o mundo da cerveja... Escreverá sobre tudo que possuir teor alcoólico e também sobre o feminismo e o ambientalismo por traz deste mundo material e líquido.
*Lucio Uberdan, 34 anos, descobriu a cerveja há apenas 1 mês, até então só tomava Brahma e Skol. Profundo conhecedor da internet, escreverá aqui no blogue prioritariamente sobre Cerveja e o pós-socialismo.